Voaste e sorriste como o outono que abraça a morte
Choraste e amaste como a sorte
Não sabes mas ainda cá moras
Ainda cá moras ...
Há sentimentos que mesmo esquecidos ainda choram.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
sábado, 4 de setembro de 2010
DEVORA-ME...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 18 de agosto de 2009
KEKAS...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
SENTIDOS...
terça-feira, 11 de agosto de 2009
CORPO...
quarta-feira, 22 de julho de 2009
LEMBRANÇAS...
sábado, 27 de junho de 2009
SEDA...
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
MATEI PARA EXISTIR...
terça-feira, 28 de outubro de 2008
AMANTES...

despi-te em seda e sorriste com esses lábios de infinito. o toque ainda o recordo como se o tempo ainda o desejasse mais que eu.
tocaste-me e o medo que se transformara em adrenalina derreteu como se o desejo fosse algo que queimasse.
assim veio o beijo com nossas línguas envoltas naquilo que já tinha sido sonho.tudo era perfeito, e éramos amantes envoltos na loucura que só o amor esconde...
____poeta vagabundo____
sábado, 27 de setembro de 2008
SEXO E AMOR....
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
PURA...PUTA...SOMBRIA...
sexta-feira, 11 de julho de 2008
PALHAÇO...
o que esperas quando ouves a tua melodia?
-espero o desejo em forma de vida... a poesia que se transfere na imensidão de uma gota irreal.
consegues ser assim?
-só assim sei existir dentro desse tempo escondido de tudo.
és mesmo palhaço!
-sou sim! é verdade que sou... palhaço deste meu mundo escondido...
____poeta vagabundo____
sexta-feira, 27 de junho de 2008
CALOR...
segunda-feira, 26 de maio de 2008
POSSO...
sábado, 24 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
CAMISA DE FLANELA...

fui um adolescente ocasionalmente com ideias muito próprias. usava os cabelos compridos, vestia-me com as calças rotas e usava a famosa camisa de flanela, que tanto sucesso fez nos anos 90.
andava nas ruas quase sempre perdido em pensamentos, que por vezes ainda hoje me atormentam. acho que de alguma maneira levava comigo uma rebeldia controlada e sempre escondida.
hoje que escrevo estas palavras, sinto que o meu mundo mudou, que as minhas ideias e sonhos já não são os mesmos, que a juventude foi-se como um vento ocasional de verão...hoje já não sou o mesmo...e como diria um dos últimos grandes poetas das camisas de flanela..."eles riem de mim porque sou diferente, eu rio deles porque são todos iguais."
____poeta vagabundo____
quarta-feira, 7 de maio de 2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
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